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YUNTAKU TIAMPURU

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BEGIN

 

A banda okinawana "BEGIN" estará no Brasil em 12/11 (próximo).  Toda a comunidade está na expectativa.

Enquanto isso,  vamos ouvindo "Sanshin no Hana"   

 

 

busquei no endereço    http://www.beginbrasil.com.br/informacoes-do-show-do-begin-no-brasil.php

INFORMAÇÕES SOBRE O SHOW

ENTRADA FRANCA ( é indispensável a apresentação dos ingressos ).

Censura 10 anos.

Data do show: 
12/11/2011

Horário: 
15:00hs 

Abertura dos portões: 13:00hs

As entradas para o show do Begin poderão ser adquiridas em pequenos pontos de distribuição, a partir do dia 01 de novembro, e serão limitados a dois ingressos por pessoa.

Contribuição: pedimos ao público que, no dia do evento, leve 01 lata de leite em pó, a ser destinada, posteriormente, aos projetos assistenciais da Prefeitura de São Paulo

Pontos de distribuição:

Kohii Café - Rua da Glória, 326 - Liberdade

Associação Okinawa Kenjin do Brasil - Rua Dr. Tomás de Lima, 72 - Liberdade

Urizun Produtos Orientais - Av. Conselheiro Carrão, 2673 - Vila Carrão

Enmam Produtos Orientais - Av. Jabaquara, 1588, Jabaquara (ao lado do metrô Saúde)

Estacionamento no local do evento:

Automóveis/Vans : R$25,00 

Motos : R$15,00 

Ônibus/Micro-ônibus: R$50,00

 

O LOCAL

O endereço do show do begin será na:

Av. Olavo Fontoura, 1209 - Pavilhão de Exposições - Anhembi

Santana São Paulo, 02012-021

 


A BANDA BEGIN


Amigos desde a infância, Eisho Higa (vocal), Masaru Shimabukuro (guitarra) e Hitoshi Uechi (Piano) conviveram até a faculdade, mas após a formatura todos decidiram seguir seus próprios caminhos profissionais. Certo dia, Eisho reuniu todos os membros novamente e começaram a se concentrar na música.

Em 5 de dezembro de 1988, eles cantaram no casamento de um amigo, apresentando-se como "Begin" pela primeira vez. Logo começaram a se tornar famosos, promovendo shows por todo o Japão, e amealhando fãs nas mais diversas províncias O sucesso levou o grupo a participar de programas televisivos e filmes, levando a cultura e a festividade de Okinawa para todo o arquipélago.

Hoje, o Begin possui uma carreira consolidada, com mais de 10 álbuns, 8 DVDs e canções de sucesso. Dentre elas, destacam-se "Nada Sou Sou", “Sanshin no Hana” e “Shimanchu no Takara”.

Fora do Japão, tocaram uma única vez no Havaí, região que concentra uma grande quantidade de descendentes de Okinawa. No Brasil, país com o maior número de japoneses fora do Japão, apresentam-se pela primeira vez.

 

 



Escrito por Nozomi Yuntaku a conversadora às 06h56
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LAOWAI de SONIA BRIDI

 

Estou lendo Laowai (estrangeiro em chinês/mandarim)  de Sonia Bridi, jornalista da Globo.

Num dos trechos ela transcreve questões de um teste com 100 perguntas para conseguir a carteira de habilitação na China.

 

Questão sobre civilidade:

O que o motorista deve fazer se tiver necessidade de cuspir enquanto dirige?

a)  cuspir pela janela

b) cuspir  num pedaço de papel  e depois jogar no lixo

c) cuspir no chão do carro

Não há alternativa "não cuspir"

 

Questão sobre primeiros socorros

Diante de uma ferida abdominal aberta, com os intestinos para fora da cavidade abdominal, devemos:

a) colocar os intestinos de volta

b) não há tratamento

c) não colocar de volta, mas cobrir com uma tigelinha  ou um prato fundo e fixar o prato à barriga com uma tira de pano ou cinto

Não há opção  "chamar o SIATE"  

 

>> as respostas corretas são as mais longas.

>> SIATE(Sistema Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergências), telefone 193,  é só no Paraná?

>> o blog  Lu na China,  criticou muito esse livro, dizendo que está muito mal escrito, feito às pressas (antes das Olimpíadas de Pequim). Eu estou rindo muito. 

link para o blog Lu na China: http://lunachina.blog.uol.com.br/arch2008-10-16_2008-10-31.html

 

 

 



Escrito por Nozomi Yuntaku a conversadora às 06h40
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Sungha Jung

 

Acabei de ver um vídeo de Sungha Jung tocando no violão, My Heart Will Go On (Tema do Titanic). Liiindo!

 



Escrito por Nozomi Yuntaku a conversadora às 23h45
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VIDEOS QUE ESTOU CURTINDO

 

Este blog é um livro de registros de mim.  

Começou em fevereiro/2007 em  http://nozomi.zip.net/

e continua por aqui.   Muita água rolou desde lá.  Naquele tempo meu marido trabalhava longe e

pedia que escrevesse os meus pensamentos num blog.   Agora ele viaja só eventualmente.  

Aqui estou anonimamente mas algumas pessoas sabem quem sou. Aliás, não sei quem sabe.

Vejo que algumas pessoas acessam porque o contador vai mudando.

Assim como no facebook, aqui também, a gente tem que cuidar o que escreve. 

No facebook, há amigos, colegas de trabalho, parentes, inclusive ligadas após casamentos...

Por exemplo, às vezes, as pessoas falam mal de sogra, nora, cunhado, por falar, para temperar o bate-papo e fala mais do que pode ou deve....

E no facebook?  Eu ficaria muito chateada se alguém falasse por exemplo de minha filha ou de meu filho... 

Então, por comparação, não posso falar de sogra também...

Melhor falar de música...  de vídeos no youtube .... de menino que toca bem um violão...

Ele se chama  Sungha Jung.  Ele toca muitas e muitas músicas que dá  para passar um bom  tempo apreciando... 

O vídeo abaixo, trilha sonora do filme Piratas do Caribe, teve mais de 20 milhões de acessos...

Legal seria escolher qual a música preferida.   Aliás, difícil escolher porque hoje vi, California Dream (The Mama and Papas)

Hotel California (Eagles) e  Billy Jean e Beat It (Michael Jackson) e achei maravilhosas...

 

 

Também há um site com todos os seus vídeos  http://www.sunghajung.com/playing_video

Ele é supertalentoso!

 



Escrito por Nozomi Yuntaku a conversadora às 23h21
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ÓPERA DE VERDI X BERLUSCONI

 

Recebi o seguinte texto por email:

VIVA A ITÁLIA!   O DIA EM QUE VERDI DERROTOU BERLUSCONI

No último 12 de março, Silvio Berlusconi teve que enfrentar a realidade.

A Itália festejava o 150o aniversário de sua unificação e, entre as muitas comemorações da importante data, uma se deu na Ópera de Roma, com a apresentação da obra "Nabucco", de Giuseppi Verdi, dirigida pelo maestro Ricardo Muti.
Antes da apresentação, Gianni Alemanno, prefeito de Roma, subiu ao palco para pronunciar um discurso denunciando cortes no orçamento federal dirigido  à cultura, feitos pelo governo, do qual o próprio Alemanno é membro e velho amigo de Berlusconi.

Esta intervenção política em um momento cultural dos mais simbólicos para a Itália produziria um efeito inesperado, ao qual Berlusconi, em pessoa, foi obrigado a assistir.
Segundo relatado por Ricardo Muti, "...

A princípio houve uma grande salva de palmas pelo público.

Logo começamos com a ópera.

Tudo correu muito bem até que chegamos ao famoso canto Va Pensiero.

Imediatamente senti que a atmosfera entre o público ia se tornando mais e mais tensa.

Existem coisas que não se consegue descrever, mas as sentimos.

Era o silêncio profundo que se fazia sentir!

Mas, no momento em que o público percebeu que começavam os primeiros acordes de Va Pensiero, o silêncio se transformou em verdadeiro fervor.

Podia-se sentir a reação visceral dos presentes ante ao lamento dos escravos que cantam Ó pátria minha, tão bela e perdida...

Assim que o coro chegou ao fim, pudemos ouvir vários pedidos de bis.

Começaram os gritos de Viva Italia e Viva Verdi.

As pessoas nas galerias jogavam pequenos papéis escritos com mensagens patrióticas".
Apenas uma única vez Muti havia aceitado fazer um bis de Va Pensiero, em uma apresentação no La Scala de Milão em 1986, já a peça exige que seja executada do princípio ao fim, sem interrupções. "Eu não pensava em fazer apenas um bis", disse o maestro, "teria que haver uma intenção especial para fazê-lo", contou.

Então, em um gesto teatral, Muti se voltou ao público - e a Berlusconi - e disse: "Logo que cessaram os gritos de bis, vocês começaram a gritar Longa Vida à Itália.

Sim, estou de acordo com isto: Larga vida à Itália.

Mas... Já não tenho trinta anos e vivi minha vida.

Rodei o mundo e, hoje, tenho vergonha do que acontece em meu país.

Por isso, vou aceitar seus pedidos para apresentarVa Pensiero novamente.  

Não só pela alegria patriótica que sinto neste momento mas, sim, porque enquanto dirigia o coro que cantou Ai meu país belo e perdido pensei que, se continuarmos assim, vamos matar a cultura sobre a qual erguemos a história da Itália.

E, nesse caso, nossa pátria também estaria bela e perdida.

Durante anos mantive minha boca fechada mas agora, creio que precisaríamos dar sentido a este canto: estamos na nossa casa, o Teatro de Roma, com o coro que cantou magnificamente bem e com a orquestra que o acompanhou esplendidamente.

Se quiserem, proponho a vocês que se unam a nós para que cantemos todos juntos".
Assim, o maestro convidou o público a cantar junto com o coro dos escravos.

Muti continua sua narrativa: "Vi grupos de gente levantar-se.

Toda a Ópera de Roma se levantou.

E o coro também.

Foi um momento mágico!

Essa noite não foi apenas mais uma representação de Nabucco mas, também, uma declaração no Teatro da capital italiana para chamar a atenção dos políticos".
 

o texto completo está aqui:

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-arte-encara-berlusconi

 



Escrito por Nozomi Yuntaku a conversadora às 23h13
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STAND BY ME

 

A música "Stand By Me"  inspirou que muitas pessoas a cantassem em diversas partes do mundo sugerindo que somos parte de um todo e estamos todos conectados.  

Se estamos todos conectados,  somos como irmãos, então não devo fazer mal a você e nem você a mim.

Há uma frase okinawana "Itchariba, tchoodê",  que diz:  se já nos encontramos e conversamos, somos irmãos;   que também tem o mesmo significado.

 

 

A comunidade okinawana irá tocar tambores (taiko - たいこ) em diversas partes do mundo onde há okinawanos  no próximo dia 07/08/2011 (domingo) às 6h da manhã no Brasil ou 6h da tarde no Japão. 

A mesma música e coreografia ao mesmo tempo porque estamos realmente todos conectados.

 

 



Escrito por Nozomi Yuntaku a conversadora às 00h28
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confesso que não li

Dos livros citados na novela coreana, vou confessar: não consegui terminar de ler O Sofrimento do Jovem Werther.

Há uma lista enorme de livros que não consegui terminar de ler que inclui Ulisses de James Joyce. 

Ler livros é transportar as palavras para a mente, transformando-as em imagens ou sentimentos.  

No caso de Ulisses, não criava imagem ou sentimento algum.



Escrito por Nozomi Yuntaku a conversadora às 23h46
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Músicas que ouvi recentemente e recordei

 

Ouvi recentemente  a música  Namidawo Arigato (涙をありがとう)  e

quando tocou os primeiros acordes, deu vontade de gritar bem alto -  Aniki!  como na música.  

Essa canção estava arquivada num pequeno compartimento da minha memória e não 

fosse aqueles acordes (a chave ou senha) eu não lembraria nunca.

Saigo Teruhiko (西郷輝彦)  era um gato na época que fez sucesso e eu era uma criança ainda... 

Nunca havia prestado atenção na letra que me parece uma homenagem

ao irmão mais velho, já falecido,  que ele chama, chama e não atende, mas, agradece as lágrimas.

 

Há alguns vídeos disponíveis e postei um deles:

 

Outra música é  Everybody Wants to Rule the World,  de  Tears for Fears

que lembro de viagens de família de carro com as crianças pelas estradas.  

Um tempo que não volta mais.  

Fica somente na recordação. 

Postei um dos vários vídeos disponíveis e este é o Clip original da banda. 

Enquantos eles cantam também rememoram imagens da infância deles ( talvez)...

e aqui do meu computador, dá pra recordar que é tudo muito "anos 80", desde os cabelos e as roupas...

 

Ouvir música é bom para servir de chave ou senha para a memória. 

Dizem que o cérebro funciona como um arquivo que guarda em suas inúmeras gavetas tudo o que já vivenciamos.  

Para abrir essas gavetinhas, só precisamos de chave ou senha para cada lembrança.

 

Das viagens em família, a primeira recordação que vem é dos meus filhos pequenos, 

mesmo em viagens de mais de 400 km, depois de menos de uma hora de percurso,

íam perguntando repetidamente se estávamos chegando ao destino...

Doces lembranças!

 

 



Escrito por Nozomi Yuntaku a conversadora às 12h10
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A MÚSICA QUE LIGA O MEU BOTÃO

 

 

Um dia, minha amiga massagista, disse-me:

“a música que eu mais adoro é Linger de The Cranberries,  quando eu ouço, eu logo penso,  tudo, tudo vai dar certo,  é um sinal.”

Pensei logo, será que tenho uma música que funciona assim pra mim?

Na verdade são tantas as músicas (do Brasil, do Japão, de Okinawa, de muitos lugares) que adoro ouvir na minha cozinha que elas são sinais de que posso ficar lá o dia inteiro, se precisar. 

A cozinha sem música é que é tortura.

Seria reconfortante cada ser humano ter uma música que funciona como um alerta ou um sinal.  

Para aquele momento de nervosismo, tensão ou quando você está num beco sem saída e não consegue enxergar como resolver o problema, de repente,  o rádio começa a tocar a sua música, aquela que faz você voltar para o seu prumo e faz pensar:

Calma!  

Nesse momento os neurônios começam a trabalhar pra achar a solução.

 

Afinal, "Linger" realmente é linda:

 

Também tenho uma amiga que sai do prumo quando ouve “Cuando calienta el sol”

 

Meus pais também têm uma música deles,  é muito antiga.

Neste vídeo, quem canta essa música (Yuno Mati Elegy)  é Jero, japa-americano que faz sucesso no Japão:

 

Esta música "Country Roads"  liga o meu botão:

 

Qual é a música que liga o seu botão?

 



Escrito por Nozomi Yuntaku a conversadora às 22h56
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mais notícias

 

Comprei a edição de maio da revista GALILEU, edit. Globo.

 Vou citar várias matérias que li e achei interessante.

Nunca tinha comprado essa revista.

Ela  indica o livro do  japa/americano Michio Kaku,  Physics of the Future

que analisou pesquisas em andamento no mundo todo. 

Assim imaginou como será a vida daqui a 90 anos, no tempo dos meus tataranetos...

O título da matéria na revista é O Especulador do Futuro e começa assim:

"Você é acordado por um barulho vindo das paredes do quarto, que acendem do chão ao topo, como imensos televisores.

Nelas, um rosto feminino o avisa de uma reunião de emergência no trabalho e o apressa a ir até o banheiro.

Enquanto lava o rosto, centenas de sensores microscópicos espalhados pela pia, espelho e privada analisam moléculas em seu hálito e fluidos corporais para checar sinais de doença.

Células relacionadas a qualquer tipo de tumor expelidas pelo seu corpo acionariam um alarme.

Mas, tirando o seu bafo matinal, parece estar tudo bem.

Outros sensores, acoplados à sua cabeça, leem frequência cerebral e fazem com que a força do pensamento seja o suficiente para mudar a temperatura do quarto, fazer tocar sua música favorita e mandar um robô preparar o café da manhã.

Com os mesmos sinais cerebrais, você faz o computador central da casa tirar móveis do seu caminho até a cozinha, por meio de poderosos ímãs.

Após a refeição, suas lentes de contato se conectam à internet num piscar de olhos e projetam as principais notícias do dia em sua retina.

Ao terminar de se arrumar, um comando mental faz com que o carro o espere em frente à porta.

Ele não tem rodas e flutua levemente por conta do pavimento, feito de um supercondutor magnético.

Você ainda tira uma pestana enquanto o automóvel dirige sozinho, escolhendo o melhor caminho entre o trânsito até o escritório."

 

 Na minha modesta opinião não vai ter internet, vai ser outro tipo de comunicação. Ainda estou tentando imaginar que tipo de sistema...

 

 

 

 



Escrito por Nozomi Yuntaku a conversadora às 19h30
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CANTORA MIRIM NO PROGRAMA RAUL GIL

Não está fazendo nada? Só flanando na web?  Então, veja a menina Melissa Kuniyoshi, cantando na TV.  

Ela canta como gente grande.

 



Escrito por Nozomi Yuntaku a conversadora às 22h57
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SANSHIN

 

 

Agora tenho o instrumento musical okinawano, o sanshin  (さんしん). 

 

Comecei a treinar por conta própria, mas preciso de um professor.

Na verdade queria aprender a tocar katiashii        (かちゃしー)        como o meu avô tocava nas festas da comunidade okinawana.  

O katiashii   era tocado já no final das festas,  com todo o mundo dançando em clima de euforia.

Os homens dançavam agitando as mãos fechadas em punho e as mulheres com as palmas das mãos erguidas agitando suavemente de um lado para o outro.

O meu avô ficava todo suado e com o rosto rubro, em encantamento com o seu sanshim,  como Jimmy Hendrix com sua guitarra.  

 

obs. Tentei usar o sanshin que era do meu avô mas, como a capa era de couro de cobra e muito antigo, fiquei com medo de danificar o material com o uso contínuo. O sanshin que comprei é de material sintético.

 



Escrito por Tiampuru às 22h28
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