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COPACABANA -2010

Assisti ao filme francês "Copacabana" de 2010.  Não confundir com outro Copacabana de 2001 da Carla Camurati.

Esse filme francês conta a história de Babou, uma francesa pirada de meia idade e que tem uma filha que morre de vergonha dela.

Babou imagina que o Brasil é um paraíso e se interessa por tudo o que se relaciona ao país. 

O relacionamento mãe e filha é igual a muitos que a gente vê por aí. Cheio de altos e baixos.

A falta de dinheiro também influencia.

E, a mãe faz de tudo para se conectar com a filha, mas faz tudo errado. 

Em uma das cenas, mãe e filha marcam de se encontrar num restaurante caríssimo ( a mãe recebeu um dinheiro adiantado)

Porém, a mãe resolve convidar um casal de amigos (que vive na rua) para almoçar junto.

Eu fiquei me perguntando porque a mãe iria chamar outras pessoas num almoço que seria só dela e da filha, ainda mais que o relacionamento estava a perigo.

As alternativas seriam:

a) mostrar que a mãe é uma pessoa legal e paga almoços pra pessoas sem dinheiro

b) a filha é uma chata e por isso a mãe não aguentaria ficar mais de 15 minutos, só as duas

c) a mãe tem medo da filha, por isso precisava de testemunhas

d) a mãe é legal e convive bem com qualquer tipo de pessoa

e) a mãe é uma desmiolada e estabanada mesmo e por isso convida pessoas sem pensar nas consequencias

Eu ainda não cheguei à conclusão. Seria o caso de perguntar ao diretor Marc Fitoussi.

A Babou é interpretada por Isabelle Huppert e a filha Esmê é interpretada por sua filha Lollita Chammah

Vale a pena ver.

É um filme leve.  

Na verdade Babou tem é um bom coração.

Na trilha sonora há muita música brasileira!

.


 



Escrito por Nozomi Yuntaku a conversadora às 22h13
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NOVELAS COREANAS

 

Para quem ama novelas coreanas:

Está disponível no Brasil, o site de novelas online com o drama coreano  WINTER SONATA  ou SONATA DE INVERNO tendo como protagonistas os famosíssimos  Choi Ji Woo e Bae Yong Joon.

Esta dorama é uma das que fizeram muito sucesso no Japão.

Pergunte a uma doramófila se conhece Fuyuno Sonata.

Um dos episódios mais românticos é o 13, quando o mocinho vai ver uma amiga dona da loja de vestidos de noiva e lá encontra quem? a mocinha que está experimentando um vestido de noiva porque vai casar (com um outro cara muito chato, aliás).

Muita coincidência.


 

Veja todos os 20 episódios da novela nesse site, com legendas em português.  

Se não quer ser pego(a) pelo bichinho da novela coreana, não veja.

http://kdrama.com.br/site2/novelas/index2.php?cat_id=&cat_menu=168

 

 



Escrito por Nozomi Yuntaku a conversadora às 08h15
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FILMES NO YOUTUBE

 

 

Não tem filme pra ver?

 

Pode ver no youtube.  Há vários...

Esse abaixo, tem paisagens do Rio, tem a celebridade do momento com passagem rápida, a Débora Secco....

 

 

 



Escrito por Nozomi Yuntaku a conversadora às 19h14
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A Whiter Shade of Pale e Dr House

 

 

Há uma cena memorável num capítulo da série Dr House.

Passou pela enésima vez na TV, hoje.

Wilson dá de presente a House, um órgão (instrumento musical) e ele começa por teclar  A Whiter Shade of Pale da banda inglesa Procol Harum.

Esta canção,  em especial,  traz pra mim, recordações de bailes da adolescência ao som de radiolas,  os primeiros olhares ainda que tímidos e furtivos e os risos e brincadeiras de amigos que nunca mais vi. 

Enfim, um tempo que não volta mais mesmo e talvez por isso, seja tão melancólica. 

Simbolizou lembranças perdidas.

Neste capítulo, House começa a tocar a introdução dessa inconfundível música e em seguida, ao som original, surgem cenas do episódio...

Repare o rosto de House no vídeo que está disponível, só lá no youtube.   Não há um lampejo de ironia ou maldade.  Há somente um ser humano feliz por ganhar um presente verdadeiro!

 

No atalho abaixo, veja o trecho de House (com legenda de Portugal):

http://www.youtube.com/watch?v=g1Xi-j4ATqw&NR=1

 

 

O vídeo disponível aqui é da banda inglesa:

 

 

 

 

 

 



Escrito por Nozomi Yuntaku a conversadora às 23h40
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NOVELA COREANA STAR'S LOVER

 

 

Contém 20 capítulos.

A história tem muita similaridade com o filme hollywoodiano  “Um lugar chamado Notting Hill”.

É romântica.

No filme tem Julia Roberts.

Na novela, a bela atriz coreana Choi Ji Woo como a artista famosa Lee Marí.

No filme tem Hugh Grant como o dono da livraria.

Na novela, Yoo Ji Tae como o professor de literatura e escritor, Kim ChuSoo.

No enredo, a atriz famosa Marí aceita, a mando do seu empresário, fingir que é escritora e acaba lançando um livro que faz muito sucesso.

Quem na verdade escreve é Kim ChuSoo que estava precisando muito de dinheiro.

Porém, ele desconhece totalmente a atriz porque é desinformado de celebridades e não assiste suas novelas e filmes.

No conteúdo do livro que foi escrito, frases ou trechos de 29 obras mundialmente famosas são citadas e Marí, a que supostamente escreveu, nunca ouviu falar deles porque não gosta de ler livros.

O máximo que ela faz é ler roteiros de filmes.

A relação entre a atriz e o professor, inicialmente, é tensa porque os dois estão cometendo um crime, ao obedecer ao empresário. 

Contudo, as maneiras contidas do professor, a atitude de não mimá-la como “famosa” e até depreciando-a por não ser culta, desperta uma atração que se torna mútua e que ele (sempre os homens é  claro) demora para perceber.

E ele tem uma namorada que está muito ocupada escrevendo a tese de mestrado,  é muito dedicada a ele mas, não cruzou a linha (quem viu a novela sabe). 

No filme tinha também o adoidado inquilino”Spike”.

Na novela tem um semelhante que é repórter de fofocas de celebridades, é muito fã da Lee Marí e é amigo-traíra do escritor.


Alguns dos 29 livros citados na novela são:

O Morro dos Ventos Uivantes de Emily Bronte,

O Sofrimento do Jovem Werther de Goethe,

Orgulho e Preconceito de Jane Austen,

O Apanhador no Campo de Centeio de J D Salinger,

O Grande Gatsby de Scott Fitzgerald,

O Pequeno Príncipe de Saint Exupéry...

 

Surpreendeu a quantidade de cachecóis e echarpes que os personagens usaram na novela toda.


As fotos acima são do professor/escritor despojado, porém estiloso. Repare que não repetiu um cachecol.

 

A namorada mestranda também diversificou bastante. Parece que a namorada e o professor trocaram cachecóis entre si.  

No final da novela, ela torna-se professora e fica "famosa"  como "a rival" da atriz mais famosa da Coréia.

Choi Ji Woo usou poucas echarpes e cachecóis, alguns "estilo perua".  Na foto central inferior, a echarpe é uma homenagem que recebeu, assim como fazem os tibetanos.  

 

 

Na foto acima, à esquerda, o repórter traíra também de cachecol.  Nas demais fotos, as tias do professor com echarpes e lenços de cores mais vibrantes, bem diferentes do estilo da universitária. 

 

 



Escrito por Nozomi Yuntaku a conversadora às 22h47
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IR AO CINEMA

 

 

Nesta semana, fui assistir ao filme francês Potiche: Esposa Troféu, com a Catherine Deneuve. 

Ganhei vale-ingressos há muito tempo, no mesmo cinema, quando fui ver um filme norueguês muito escuro,

cujo projetor estava com defeito e só descobri isso, porque resolvi perguntar ao porteiro sobre a escuridão do filme, na saída. 

Se não perguntasse, não teria ganhado os ingressos.

O que é ver filmes no cinema? 

Você se senta, naquele escurinho, ao lado de pessoas que não sabe quem são,

se uma pessoa decente ou se um bandido.

Ainda que bandidos provavelmente não vejam filmes franceses. 

Há um inconsciente coletivo que é possível detectar ao ir ao cinema.

Sei do filme da Joana D’Arc que alguém assistiu várias vezes, só pra contar o número de passos que ela dava quando subia ao cadafalso

e poder gritar,  no meio do cinema – Joana! Bem na hora que ela vai se virar para a câmera e propiciar aquela sensação de continuidade

entre o filme e o espectador, como no filme a Rosa Púrpura do Cairo.

Lembro do público infantil no filme Superman, quando o próprio estava para abrir a caixinha de chumbo (a visão raio X não conseguia

penetrar) e  dentro continha uma pedra de kriptonita e as crianças em coro gritavam – não abre! não! não! mas ele não ouvia e abria

a caixa e todos sabem o que acontecia depois.

No filme Benjamim Button, o Brad Pitt começava feioso e velho e aos poucos ia se transformando e rejuvenescendo ou juvenescendo;

e, no auge da beleza, surgia na tela montado na motocicleta, quando ouvi alguns – oh!(suspiros) naquela penumbra cinematográfica.

Nesse filme francês foi diferente.

Percebi que o público era na maioria de senhoras (põe senhora nisso) bem grisalhas e gordinhas, ainda que elegantes.

Havia também alguns poucos maridos grisalhos.  

É claro, por causa da Catherine Deneuve.

Na platéia, acho que havia também um rapaz, sentado atrás de nós, provavelmente com a mãe, que ria largamente e alto. 

O filme é uma boa comédia que adorei e ri muito.

Porém, percebi depois de muitas risadas que os risos não eram sincronizados.

Não havia o mesmo timing.  Num dado momento, o Sr. Pujol (marido de Catherine no filme) diz pra ela que o filho não pode,

de jeito nenhum, namorar a filha do confeiteiro e ela pergunta por que? ao que ele diz – é que talvez a filha não seja do confeiteiro,

é que, eu e a mulher do confeiteiro... na hora, Catherine fica muito brava mas, o Sr. Pujol fica doente, é hospitalizado etc.

depois de um tempo, na recuperação do Sr. Pujol, voltam a falar sobre o filho e ele diz – eu já disse que ELES NÃO PODEM

NAMORAR e você não leva a sério?

Daí, a Catherine faz aquela cara (conhece aquela expressão de quem aprontou também?)

e  nós desatamos a rir e o rapaz ali atrás também.  

Só depois de uns breves segundos, algumas  senhorinhas entenderam a cara da Catherine...

e então eu ri  (sozinha) porque um dia vou ser assim, como elas... fora do timing para rir. 

 

 

Já falei sobre o filme norueguês aqui em 14/10/2009

http://nozomi.zip.net/arch2009-10-01_2009-10-31.html

 

Já falei sobre Benjamin Button aqui em 24/01/2009

http://nozomi.zip.net/arch2009-01-01_2009-01-31.html

 

 

 



Escrito por Nozomi Yuntaku a conversadora às 22h19
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DORAMAS

 

 

Alguns anos atrás, se alguém falasse de novela japonesa, eu estava totalmente por fora.

Nem pensava em assistir. 

Um dia, a amiga taiwanesa me emprestou ICHI RITORU NO NAMIDA, com legenda em chinês que não entendo lhufas.  Ficou meses guardado até que minha irmã falou dessa novela e o título pra mim, fazia rir. 

Porque era um título de exagero. Um litro de lágrimas é muita lágrima.

Sabia que seria triste mas, ao mesmo tempo, achei que a pessoa que escolheu o título, usou de algum humor ao recorrer ao exagero.

E foi a primeira vez que recorri ao mestre Google. 

Perguntei ao oráculo (o google) o que sabia de Ichi Ritoru que na verdade é Ichi Rittoru... Resposta: milhares de arquivos.

O mundo do google é o mundo dos doramas... milhares de fãs, desenvolvedores de legendas em muitas línguas, wikipedia, mysoju, imdb, jdorama...

Então vou separar a minha vida interneteira em duas fases,  AD e DD (antes de doramas e depois de doramas).

A vida não é só isso.  Mas o mundo dos doramas é um universo precioso para entender um pouco a cultura asiática (japonesa e coreana). 

Mulheres precisam de novelas pra ir tocando a vida...  algumas assistem novelas brasileiras, e eu, as asiáticas. 

E não é todo dia, é só de vez em quando.

Assim como também acompanho e torço pelas novelas (histórias do dia a dia) de minhas amigas também.

Falando de uma novela em particular, cito novamente a novela coreana Beautiful Days que de prós e contras, tem um bom enredo.

Principalmente o personagem principal, Minchul que era um playboyzinho egoísta e insensível no início, torna-se um homem decente no final, graças à Yeon Soo que tem bom caráter, é bondosa, compreensível, muito humilde e ama pra toda a vida, o playboyzinho.

Yeon Soo espalha bondade que transforma Minchul. 

Quando Minchul descobre que o seu pai matou o pai de Sun Jae e tomou a sua empresa, arrepende-se de todos os seus atos desprezíveis contra Sun Jae.

Convivia com Sun Jae desde a infância e o detestava porque o pai demonstrava que gostava muito de Sun Jae, como um filho querido.

Na verdade, o pai de Minchul cuidava de Sun Jae porque tinha peso na consciência por ter tirado a vida do pai. 

Sun Jae também amava muito a Yeon Soo e Minchul sabia disso. 

No dia em que Minchul descobriu a verdadeira face de seu pai, estava para ficar noivo de Yeon Soo.

Próximo do local do noivado, Minchul observa Sun Jae cabisbaixo e triste por constatar que está perdendo Yeon Soo, para sempre.  

Minchul pensa, eu o maltratei a vida toda, meu pai também o fez sofrer muito.

Vou fazê-lo sofrer mais ainda,  tomando Yeon Soo para mim?  

Assim, Minchul não vai ao encontro da namorada, ainda que a amasse muito.

Minchul diz que vai viver em Paris pra esquecer de tudo; do pai, de Yeon Soo, da Empresa, de Sun Jae. 

No aeroporto, no momento em que Minchul vai partir e após saber de tudo e ter refletido, Yeon Soo diz a ele que pode ir embora com o coração leve e que não precisa se preocupar com ela porque ela vai conseguir esquecê-lo.

E, até ali ela já tinha sido até hospitalizada por sofrer tanto (Minchul havia pago a conta do hospital, sem que ela soubesse).

É o verdadeiro DRAMA ou DORAMA...    Ah! E Minchul nem foi a Paris, continuou em Seul...

porque não tinha terminada a história.

 

Já falei sobre a novela Ichi Rittoru no Namida aqui: http://nozomi.zip.net/arch2008-08-01_2008-08-31.html

E da Novela Beautiful Days aqui: http://nozomi.zip.net/arch2009-02-01_2009-02-28.html

 

 

 



Escrito por Nozomi Yuntaku a conversadora às 22h38
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FILME AUSTRALIANO

 

 

Há um filme que assisti na TV a cabo pela metade e não lembro do título.  

Era da Austrália, sobre um cego. 

O cego era fã de Beethoven, amava a Quinta Sinfonia. 

Um dia, um amigo lhe faz uma surpresa. 

Leva-o para um lugar, sem ele saber de que se tratava, afinal era cego.

Uma emoção indescritível acontece, quando,  ele sentado nas fileiras de cima do teatro, sem saber direito o que estava acontecendo, de repente, começam aqueles primeiros acordes da orquestra, aqueles tão conhecidos e inúmeras vezes já ouvidos ... 

Essa cena foi realmente marcante.

Eu realmente senti o impacto de ser surpreendido  com a transformação de um sonho,  há muito tempo acalentado,  em uma emocionante  realidade.

Queria ver esse filme por inteiro, mas não consegui descobrir nem o nome e nem mais nada.  Alguém pode me ajudar? 

 

 



Escrito por Nozomi Yuntaku a conversadora às 22h08
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FILMES DO OSCAR

 

 

O Discurso do Rei.

Muito bom. Vale a pena assistir.

Colin Firth está impecável como o Rei George VI (pai da atual Rainha Elizabeth II). Aliás, o filme o expõe como um pai amoroso. Adorei a história que ele (gago) conta às filhas:  Era uma vez um pinguim que era pai e queria se tornar um príncipe para poder abraçar suas filhas, Elizabeth e Margareth.    O desejo é atendido e ele pergunta em que foi transformado? Elas dizem, um príncipe e ele responde:  não, um grande albatroz e abraça as meninas.

 

Colin Firth é o ator conhecido na Inglaterra como Mr Darcy por sua atuação na mini-série Orgulho e Preconceito da obra de Jane Austen.  No filme, também está a atriz Jennifer Ehle como a esposa do terapeuta (Geoffrey Rush) que cuida da gagueira do rei.  Jennifer Ehle atuou como Elizabeth Bennet na mini-série do Mr Darcy.

 

Como não me recordava do nome do pai do rei George VI, resolvi pesquisar no wikipedia. Está tudo lá.

 

Lá está a sequencia dos reis e rainhas desde a Rainha Vitória, a que casou-se com o primo por amor e reinou viúva por décadas.

 

>>  Rainha Vitória (faleceu em 1901)

>> Eduardo VII (filho da Rainha Vitória, faleceu em 1910), teve muitas amantes, entre as quais, a mãe do primeiro-ministro Winston Churchill, a atriz Sarah Bernhardt e também Alice Keppel que é bisavó de Camila Parker Bowles que todo mundo sabe quem é.

>> George V  (filho de Eduardo VII, faleceu em 1936)

>> Eduardo VIII (filho de George V), renunciou para casar-se com Wallis Simpson.

>> George VI (filho de George V também  irmão de Eduardo VIII, faleceu em 1952)

>> Elizabeth II (atual rainha, filha de George VI)

 

 

Assisti também O Cisne Negro.

Muito diferente de O Discurso do Rei, difícil de comparar.

Se for para olhar os dois filmes como entretenimento, prefiro  o Discurso.

O Cisne Negro é muito tenso, sofrido. A Nina (Natalie Portman está excelente) é uma bailarina com sérios problemas psicológicos, repressão sexual e mãe bailarina frustrada e castradora. Terrível. Aquela frase "viver é querer ser feliz" não cabe à ela (Nina).  A frase dela seria "viver é ser a primeira bailarina".

 

 

 



Escrito por Yuntaku - a conversadora às 08h38
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