Programei com bastante antecedência, preenchi os papéis online, paguei as taxas, inclusive dos meus pais que tem mais de 66 anos e não precisam comparecer no consulado.
Falei pro maridão, vamos tirar as fotos e pedi as fotos de meus pais.
Minha prima tinha falado, tem que imprimir a ficha de confirmação.
Eu recebi por email a ficha de confirmação e imprimi, falei pro meu marido, imprime o teu.
Não sei porque cargas d’água, o questionário que respondemos online e que depois de muitos “no” ao final vem a mensagem “print”, eu imprimi, de todos.
Meu marido deixou que eu cuidasse de tudo, também, porque tinha os vistos de meus pais.
Fomos a São Paulo na noite anterior e ficamos num hotel próximo ao consulado. Até pensei em percorrer o trajeto a pé porque é mais perto que o meu percurso ao trabalho.
De manhã cedo, São Paulo acordou com um dia de muita chuva. Eu havia trazido um pequeno guarda-chuva, daqueles que cabem na bolsa. Olhamos pra aquele aguaceiro, pensamos, melhor ir de táxi até o consulado. O taxista foi dizendo, é a quinta corrida que faço até o consulado. Perguntei – tem muita fila? - não quero desanimar mas a fila tá grande. A nossa entrevista estava marcada para as 9h30. Chegamos com uns 40 minutos de antecedência. Estávamos com uma mochila que guardamos num guarda-volumes em frente ao consulado porque lá não podemos entrar com celulares e metais (canivetes e facas) ao preço de R$ 10/dia. Como a fila estava enorme e estava com um guarda-chuvinha que guarda só garoa e sereno, resolvemos comprar um daqueles grandes (R$ 20) pra agüentar o dia que parecia prometer muito sofrimento. Mas ainda estávamos animados e conversando com as pessoas próximas da fila, todos de fora de São Paulo, aproveitando um dia entre um domingo e um feriado. Alguns tinham marcado há muito tempo, como eu.
Quem era da entrevista de 9h ia passando pra frente conforme instruções da moças ajudantes. Num dado momento, já era quase 9h30, uma delas foi conferir os meus papéis, e ela perguntou e as fotos? Daí percebi que não havia trazido as benditas fotos que tantas vezes falei para o marido ir tirar... Não trouxe. Imagine a cara do meu marido, nessa hora. Mas a moça disse – lá dentro tem gente que tira fotos, não se preocupe – ah que alívio. Mas, e as fotos de meus pais? Na verdade estão no meu email. É só procurar alguém que imprima fotos da internet. E, como meus pais não precisam comparecer, noutra hora, compareço e entrego os documentos.
Mais, uns dez minutos, outra moça ajudante verificou toda a papelada – Cadê a ficha de confirmação? - não são estas que eu trouxe? - não, não são. Esta não vale. Você tem que ter a ficha de confirmação. Aí na frente do consulado eles imprimem. Vá correndo que dá tempo. – e a fila? - começa tudo de novo.
Fomos correndo na loja da frente e a moça que me atendeu já sabia. Muitos cometem o mesmo erro. Pegou cada um daqueles papéis que eu havia trazido, acessou o site americano, perguntou a senha e foi imprimindo (R$ 10/cada documento). Também tiramos as nossas fotos e pedi que imprimissem as fotos de meus pais que estavam no meu email (R$ 15/pessoa), total da conta: R$ 100. Melhor pagar que voltar noutro dia.
Voltamos pra fila, informando que o nosso horário limite era 10h40 e falamos novamente com a mesma moça (perdemos quase uma hora). Agora toda a documentação estava correta. Graças a Deus. E, finalmente, entramos no Consulado. Já passavam das 11hs.
Lá fora, você pensa que a entrevista vai ser daqui a pouco. Quando vejo, constato que deve ter umas 500 pessoas. Não esqueça que continua chovendo torrencialmente. Então, há muitas pessoas no lado coberto mas, também há uma fila de pessoas de guarda chuva. Olhando pra aquilo, penso que é a visão do inferno. Algumas pessoas idosas também. Mas, idoso precisa fazer a entrevista? Uma delas disse que não tinha quem viesse trazer os documentos e sobrava tempo. Tinha vários idosos. Pensei, ainda bem que meus pais não vieram lá do interior, só pra fazer essa bendita entrevista, porque correm o risco de pegar um resfriado pesado. São várias filas quilométricas, a primeira, a da senha, peguei quando já era meio dia. E, esses funcionários do consulado, provavelmente almoçam. As coisas ficaram muito lentas, para a próxima fila, a da pré-entrevista (checagem inicial da papelada que fica amarrada com elástico) e nova fila, a das impressões digitais, com alguém que fala português americanizado. Para a última fila, a da entrevista, a moça me perguntou se eu era preferencial. Devia ter dito que era porque naquele horário (de almoço) haviam somente três entrevistadores. A fila fazia voltas e mais voltas e mais voltas, meu marido dizia devia ter mais de 200 pessoas. Faça as contas, se demora 10 minutos/pessoa, por hora cada entrevistador faz para 6 pessoas e se são três entrevistadores, 18 pessoas. Que horas sairemos dali?
Ali entendemos porque não podemos entrar com câmeras e celulares. Pra ninguém mostrar as fotos nas redes sociais e nem para o presidente dos EUA. E nem facas e objetos metálicos perigosos porque pode dar vontade de cometer algum crime ali. E temos que ficar ali mansos como cordeiros porque pode ser que isso seja um motivo de sair dali derrotado.
Aos poucos foi aumentando o número de entrevistadores, algumas entrevistas são de família inteira de até cinco pessoas.
Fomos atendidos as 14h10m, entrevista de menos de 5 minutos. O entrevistador (brasileiro) perguntou o motivo da viagem e a nossa profissão. - É só isso? – É. – não tenho que pagar a taxa do sedex pra entregar os passaportes em casa? - Não. Fim.
Estava muito cansada e não havíamos comido nada desde o café da manhã do hotel (Ibis, muito ruim a R$ 16/pessoa).
Eu havia programado sair cedo do consulado, o dia seria ensolarado, e iríamos almoçar num restaurante oriental na Liberdade. Talvez iria passear por S. Paulo porque as passagens de volta estavam marcadas para as 19hs. O trânsito estaria bom porque é feriadão.
Quando saímos dali, fomos ao aeroporto. Comemos um lanche. Fomos até a Companhia Aérea que antecipou as passagens. Chegamos em Curitiba, num dia de sol lindo. Geralmente é o contrário. Ainda bem que deixamos o carro num estacionamento do aeroporto. Se tivesse pedido pro filho levar, ele não poderia ir buscar naquela hora.
Documentos que o consulado quer:
- passaporte válido
- uma foto 5 x 7 de frente, sem óculos e com as orelhas aparecendo
- a FICHA DE CONFIRMAÇÃO ( o outro documento que imprimi é parecido)
- comprovante da taxa de visto que paga no CITIBANK, 160 dólares, atualmente.
Na fila, tinha gente com foto de óculos, foto meio de lado que eles estavam recusando.
Depois de um longo tempo, quando tive problemas sérios de coluna e não queria nem sentar no computador, estou melhor.
Moderadamente, escrevo.
Numa roda de amigos, de histórias de pagar mico, uma delas contou que há muito tempo, no tempo que andava de ônibus, era jovem, bela e formosa, estava de óculos escuros, achando que estava abafando. Porém, percebeu que as pessoas olhavam e olhavam. Quando chegou ao trabalho, a colega disse espantada - menina, você andou assim o tempo todo? Primeiro ela olhou para o zíper da calça, depois respondeu - assim como? - Veja os óculos escuros!!! Estava faltando uma das lentes....
Outra história de outra amiga, num happy hour com os amigos, ela que estava de vestidinho meio solto, foi ao banheiro, daqueles tipo bar no centro da cidade, bem apertado, em que mal você consegue se virar no vaso sanitário. Saindo daquele sufoco, ainda terminando de ajeitar os cabelos porque havia uma fila por lá, nem percebeu que as pessoas olhavam e olhavam. Estava andando por todo o salão até a mesa dos amigos quando uma das garçonetes falou discretamente -arruma o teu vestido que ta preso na calcinha. Se ainda estivesse com uma calcinha novinha e pequenininha. Mas, naquele dia resolveu usar uma daquelas calçonas pra encolher a barriga e tudo o mais. Depois de muito tempo, se ela aparece naquele bar, o garçom pode dizer – é a moça com o vestido preso na calcinha.
Ouvindo toda a conversa fiquei pensando em quantos micos eu já paguei nesta minha quilometragem rodada.... é uma lista enorme.
O último que lembro, não é bem um mico mas, é desastroso. Fui fazer as unhas no shopping, num local que devia ter mais de 50 pessoas fazendo unhas (exagero!) isto é, você não é ninguém lá dentro e ninguém repara, graças a Deus! Sentei-me e já sabia que ia fazer com uma tal de Paula. Enquanto isso, na TV (sem som mas com legenda) passava um episódio do programa Undercover Boss (Chefe Espião). Quando a manicure começou a fazer as minhas unhas eu continuava assistindo discretamente porém, também conversando com ela, sobre amenidades como por exemplo, a dificuldade de saber como está o tempo lá fora enquanto ela está ali há mais de cinco horas... No final do programa, com lances sentimentais, quando o Chefe Espião tinha se tornado amigo do funcionário (sem o funcionário saber que era o dono) e inconfidências de que estava longe da família e queria muito poder conversar mais com eles, o dono absorveu as informações e tomou medidas para melhorar a vida do amigo funcionário... Como eu choro até em comercial de geladeira, as lágrimas começaram a correr por baixo dos óculos e num dado momento, a Paula (manicure) que todo o tempo estava olhando pras minhas unhas (ainda bem), olhou pro meu rosto pra perguntar alguma coisa. Quando ela viu aquele monte de lágrimas, parou e baixou pra continuar o seu trabalho. Dali a uns segundos, com a voz bem mais baixa para sinalizar alguma intimidade, perguntou: você é casada?
Pensei em desfazer todo o mal entendido mas deixa pra lá... eu sou chorona mesmo.
Assisti ao filme francês "Copacabana" de 2010. Não confundir com outro Copacabana de 2001 da Carla Camurati.
Esse filme francês conta a história de Babou, uma francesa pirada de meia idade e que tem uma filha que morre de vergonha dela.
Babou imagina que o Brasil é um paraíso e se interessa por tudo o que se relaciona ao país.
O relacionamento mãe e filha é igual a muitos que a gente vê por aí. Cheio de altos e baixos.
A falta de dinheiro também influencia.
E, a mãe faz de tudo para se conectar com a filha, mas faz tudo errado.
Em uma das cenas, mãe e filha marcam de se encontrar num restaurante caríssimo ( a mãe recebeu um dinheiro adiantado)
Porém, a mãe resolve convidar um casal de amigos (que vive na rua) para almoçar junto.
Eu fiquei me perguntando porque a mãe iria chamar outras pessoas num almoço que seria só dela e da filha, ainda mais que o relacionamento estava a perigo.
As alternativas seriam:
a) mostrar que a mãe é uma pessoa legal e paga almoços pra pessoas sem dinheiro
b) a filha é uma chata e por isso a mãe não aguentaria ficar mais de 15 minutos, só as duas
c) a mãe tem medo da filha, por isso precisava de testemunhas
d) a mãe é legal e convive bem com qualquer tipo de pessoa
e) a mãe é uma desmiolada e estabanada mesmo e por isso convida pessoas sem pensar nas consequencias
Eu ainda não cheguei à conclusão. Seria o caso de perguntar ao diretor Marc Fitoussi.
A Babou é interpretada por Isabelle Huppert e a filha Esmê é interpretada por sua filha Lollita Chammah
Antigamente, eu achava que ele não ligava muito pra datas de aniversários.
E, acredito também que não deve se lembrar das datas de todos os nove filhos.
Teve ano, não faz muito tempo, que me telefonou no meu aniversário, conversamos e conversamos e ele não se lembrou de comentar sobre o fato.
Ultimamente, tenho procurado telefonar a ele porque percebi que gosta que lembrem.
Neste último, ele não estava em casa.
Estava na casa de sua irmã que acabara de perder o marido.
O seu aniversário tinha ficado em segundo plano.
Setenta e oito anos que se foram. Neste último ano, perdeu muitas pessoas queridas.
Ele deve ter pensado, quantos aniversários me restam?
Ainda assim, faz um esforço enorme para se modernizar.
Encomendou um Ipad que ele chama de “tabureto” na qual incluímos livros digitalizados em japonês. Cerca de 700. Muitos clássicos da literatura mundial.
Agora ele leva o Ipad para ler no sítio, enquanto acompanha os serviços na lavoura de café.
Meu sobrinho que tinha ido a Okinawa, postou centenas de fotos no Facebook, da terrinha natal de meu pai.
A vontade de ver as fotos foi a isca para incluir o seu perfil lá também, chegando a adicionar muitos parentes, amigos e conhecidos. São muito poucos, da idade dele.
Hoje ao entrar no Facebook, em seu perfil, que surpresa eu tive!
Muitas felicitações pelo aniversário, que recebeu dos amigos adicionados.
Vi também que ele já entrou lá, agradeceu e clicou em “curtir” em todos.
Eu acho que ele adorou.
Esses pequenos gestos são como uma lufada de vento que tem o poder de diminuir a tristeza, depois das muitas perdas.
link para o endereço do Aozora Bunka que tem muitos livros digitalizados em japonês: http://www.aozora.gr.jp/
Há um restaurante japonês em São Paulo de que jornais e muitos blogues já escreveram.
É o Kidoairaku (喜怒哀楽).
Fica no bairro da Liberdade, na esquina da Rua São Joaquim com a Galvão Bueno, em frente ao Bunkyo.
É exatamente como os apreciadores descrevem:
>> muito simples, exatamente o oposto do restaurante Kan daqui de Curitiba. O Kan tem um ambiente muito sofisticado, decorado por arquitetos modernos. O nosso restaurante é muito pequeno, sendo que no ambiente da entrada, tem um balcão apropriado pra pessoas que vão sozinhas e no ambiente de cima, umas seis mesas bem apertadinhas.
>> a senhora idosa que fica sentada bem na entrada, estava lá, vendo um programa do NHK
>> há revistas japonesas tipo Gendai, Bungeishunju e muitos mangas
>> meu marido e meu genro pediram tonkatsu teishoku, a receita mais famosa. Provei um pedacinho e realmente é muito saboroso. Eu e minha filha pedimos sakana teishoku. Quatro teishokus foi muita coisa, podíamos ter pedido menos.
>> cada teishoku vinha com muitas tigelinhas de cores e modelos variados mas, padronizando cada ingrediente no mesmo tipo de tigelinha.
>> havia mais uma tigela (com tampa) de arroz que nem tocamos.
>> a sobremesa de gelatina de café coberta com leite condensado também estava lá. Uma delícia.
>> o sabor de cada alimento estava no ponto. Nem mais e nem menos de sal, bem delicado e bem ao gosto dos japoneses.
Eu diria que provamos algo maravilhoso que formou-se em nossas mentes, graças às informações dos blogueiros.
Links de alguns sites que já falaram sobre esse restaurante:
ENTRADA FRANCA ( é indispensável a apresentação dos ingressos ).
Censura 10 anos.
Data do show: 12/11/2011
Horário: 15:00hs
Abertura dos portões: 13:00hs
As entradas para o show do Begin poderão ser adquiridas em pequenos pontos de distribuição, a partir do dia 01 de novembro, e serão limitados a dois ingressos por pessoa.
Contribuição: pedimos ao público que, no dia do evento, leve 01 lata de leite em pó, a ser destinada, posteriormente, aos projetos assistenciais da Prefeitura de São Paulo
Pontos de distribuição:
Kohii Café - Rua da Glória, 326 - Liberdade
Associação Okinawa Kenjin do Brasil - Rua Dr. Tomás de Lima, 72 - Liberdade
Urizun Produtos Orientais - Av. Conselheiro Carrão, 2673 - Vila Carrão
Enmam Produtos Orientais - Av. Jabaquara, 1588, Jabaquara (ao lado do metrô Saúde)
Estacionamento no local do evento:
Automóveis/Vans : R$25,00
Motos : R$15,00
Ônibus/Micro-ônibus: R$50,00
O LOCAL
O endereço do show do begin será na:
Av. Olavo Fontoura, 1209 - Pavilhão de Exposições - Anhembi
Santana São Paulo, 02012-021
A BANDA BEGIN
Amigos desde a infância, Eisho Higa (vocal), Masaru Shimabukuro (guitarra) e Hitoshi Uechi (Piano) conviveram até a faculdade, mas após a formatura todos decidiram seguir seus próprios caminhos profissionais. Certo dia, Eisho reuniu todos os membros novamente e começaram a se concentrar na música.
Em 5 de dezembro de 1988, eles cantaram no casamento de um amigo, apresentando-se como "Begin" pela primeira vez. Logo começaram a se tornar famosos, promovendo shows por todo o Japão, e amealhando fãs nas mais diversas províncias O sucesso levou o grupo a participar de programas televisivos e filmes, levando a cultura e a festividade de Okinawa para todo o arquipélago.
Hoje, o Begin possui uma carreira consolidada, com mais de 10 álbuns, 8 DVDs e canções de sucesso. Dentre elas, destacam-se "Nada Sou Sou", “Sanshin no Hana” e “Shimanchu no Takara”.
Fora do Japão, tocaram uma única vez no Havaí, região que concentra uma grande quantidade de descendentes de Okinawa. No Brasil, país com o maior número de japoneses fora do Japão, apresentam-se pela primeira vez.
Estou lendo Laowai (estrangeiro em chinês/mandarim) de Sonia Bridi, jornalista da Globo.
Num dos trechos ela transcreve questões de um teste com 100 perguntas para conseguir a carteira de habilitação na China.
Questão sobre civilidade:
O que o motorista deve fazer se tiver necessidade de cuspir enquanto dirige?
a) cuspir pela janela
b) cuspir num pedaço de papel e depois jogar no lixo
c) cuspir no chão do carro
Não há alternativa "não cuspir"
Questão sobre primeiros socorros
Diante de uma ferida abdominal aberta, com os intestinos para fora da cavidade abdominal, devemos:
a) colocar os intestinos de volta
b) não há tratamento
c) não colocar de volta, mas cobrir com uma tigelinha ou um prato fundo e fixar o prato à barriga com uma tira de pano ou cinto
Não há opção "chamar o SIATE"
>> as respostas corretas são as mais longas.
>> SIATE(Sistema Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergências), telefone 193, é só no Paraná?
>> o blog Lu na China, criticou muito esse livro, dizendo que está muito mal escrito, feito às pressas (antes das Olimpíadas de Pequim). Eu estou rindo muito.
Recebi por email, o texto abaixo. Muito bom, queria saber quem é o(a) autor(a).
UM VIAJANTE CHEGA NUMA CIDADE E ENTRA NUM PEQUENO HOTEL. NA RECEPÇÃO, ENTREGA DUAS NOTAS DE R$ 100,00 E PEDE PARA VER O QUARTO. ENQUANTO O VIAJANTE INSPECIONA OS QUARTOS, O GERENTE DO HOTEL SAI CORRENDO COM AS DUAS NOTAS DE R$ 100,00 E VAI ATÉ O AÇOUGUE PAGAR SUAS DÍVIDAS COM O AÇOUGUEIRO. ESSE PEGA AS DUAS NOTAS E VAI ATÉ UM CRIADOR DE SUÍNOS A QUEM, COINCIDENTEMENTE, TAMBÉM DEVE R$ 200,00 E QUITA A DÍVIDA. O CRIADOR, POR SUA VEZ, PEGA AS DUAS NOTAS E CORRE AO VETERINÁRIO PARA LIQUIDAR UMA DÍVIDA DE... R$ 200,00. O VETERINáRIO, COM A DUAS NOTAS EM MÃOS, VAI ATÉ A ZONA QUITAR A DÍVIDA COM UMA MESSALINA. COINCIDENTEMENTE, A DÍVIDA ERA DE R$ 200,00. A MESSALINA SAI COM O DINHEIRO, EM DIREÇÃO AO HOTEL, LUGAR ONDE, ÀS VEZES, LEVA SEUS CLIENTES E QUE ULTIMAMENTE, NÃO HAVIA PAGO. VALOR TOTAL DA DÍVIDA: R$ 200,00. ELA AVISA AO GERENTE QUE ESTÁ PAGANDO A CONTA E COLOCA AS NOTAS EM CIMA DO BALCÃO. NESSE MOMENTO, O VIAJANTE RETORNA DOS QUARTOS, DIZ NÃO SER O QUE ESPERAVA, PEGA AS DUAS NOTAS DE VOLTA, AGRADECE E SAI DO HOTEL. NINGUÉM GANHOU OU GASTOU NENHUM CENTAVO, PORÉM AGORA TODA A CIDADE VIVE SEM DÍVIDAS, COM O CRÉDITO RESTAURADO E COMEÇA A VER O FUTURO COM CONFIANÇA!
MORAL DA HISTÓRIA: NÃO QUEIRA ENTENDER DE ECONOMIA!
Dizem que Colombo foi o primeiro economista: - Quando saiu, não sabia para onde ia. - Quando chegou, não sabia onde estava. E tudo por conta do Estado...
Está disponível no Brasil, o site de novelas online com o drama coreano WINTER SONATA ou SONATA DE INVERNO tendo como protagonistas os famosíssimos Choi Ji Woo e Bae Yong Joon.
Esta dorama é uma das que fizeram muito sucesso no Japão.
Pergunte a uma doramófila se conhece Fuyuno Sonata.
Um dos episódios mais românticos é o 13, quando o mocinho vai ver uma amiga dona da loja de vestidos de noiva e lá encontra quem? a mocinha que está experimentando um vestido de noiva porque vai casar (com um outro cara muito chato, aliás).
Muita coincidência.
Veja todos os 20 episódios da novela nesse site, com legendas em português.
Se não quer ser pego(a) pelo bichinho da novela coreana, não veja.
Como sempre faço, ontem fui cruzar (de carro) uma rua de mão única, pertinho de casa.Como é de mão única, o normal seria olhar para o sentido de onde vem os veículos. E quase bati num que vinha pela contra-mão. Foi por muito pouco.Levei um susto.E nem buzinei, não xinguei e não fiz nada. Que nem uma pateta.
Depois, fui pela Av Iguaçu que no meio do dia também sempre está muito tenso e num daqueles cruzamentos, onde há quadrados com mensagens para que o condutor não paralise por ali quando fechar o sinal, alguém parou.Como estava indo pela Iguaçu, parei em frente a esse veículo até esperar que fosse embora e deixasse eu passar.Na minha imaginação, eu queria descer do carro, chegar até o(a) motorista desse veículo e gritar pra essa pessoa tudo que vai ficando entalado quando andamos nesse trânsito louco.Mas, calmamente fui pra casa.
Leio o noticiário(nesta semana o assunto principal é Steve Jobs) que a cada semana tem uma infinidade de histórias sobre desmandos e corrupção de políticos em diversos escalões, a atuação parcial de juízes e crimes e mais crimes sem punição que nos deixam terrivelmente indignados.
Hoje sinto uma dor terrível nas costas e pensei será que isto é o resultado de toda essa passividade que vai se acumulando?
Estou fazendo alongamentos e exercícios mas a minha mente vai produzindo outras soluções que alcancem alguma satisfação. Por exemplo, procurar fazer a minha parte bem (isso geralmente soa muito chato para os outros).
Mas parece muito pouco porque ainda penso na história de uma moça que está presa por causa do tráfico de drogas, tem filhos e disse: só sei fazer isso, faria tudo de novo.Então, se ela sair da prisão, vai mesmo voltar para o mesmo trabalho. Não há menor sinal de arrependimento.
A pergunta que faço: Como a sociedade deveria atuar com essa pessoa? Como deixaremos de ser acomodados com ela?
Nos espaços abaixo, você verá muitos provérbios de Okinawa. Fazem ou faziam parte do cotidiano das pessoas, em conversas sem compromisso, citar um ou outro provérbio.
Essas frases traduzem a cultura de um povo. A característica principal é a simplicidade.
Muita gente já conversou no skype com câmera com uma pessoa querida que está longe.
Isso, hoje em dia, não é novidade.
Nem teria o que comentar.
Diferente é conversar no skype e fazer outra coisa ao mesmo tempo.
Foi o que aconteceu outro dia.
Ainda na mesa, depois do almoço em casa junto com uma sobrinha, resolvi ligar para a minha filha casada que mora longe, pelo skype com câmera.
Ela e o marido já tinham terminado o almoço fazia algum tempo.
Estavam começando a tomar um chimarrão.
Nós víamos ela sorvendo uns goles enquanto conversava conosco.
Isso animou o meu filho a também preparar uma cuia.
E começou uma roda de chimarrão quase “virtual”.
Naquele momento, conversando e rindo distraidamente, eu me transportei para um outro plano (ou dimensão) e tive um nítido sentimento de que eles estavam realmente conosco, naquele mesmo ambiente, compartilhando a mesma cuia.
VIVA A ITÁLIA! O DIA EM QUE VERDI DERROTOU BERLUSCONI
No último 12 de março, Silvio Berlusconi teve que enfrentar a realidade.
A Itália festejava o 150o aniversário de sua unificação e, entre as muitas comemorações da importante data, uma se deu na Ópera de Roma, com a apresentação da obra "Nabucco", de Giuseppi Verdi, dirigida pelo maestro Ricardo Muti. Antes da apresentação, Gianni Alemanno, prefeito de Roma, subiu ao palco para pronunciar um discurso denunciando cortes no orçamento federal dirigido à cultura, feitos pelo governo, do qual o próprio Alemanno é membro e velho amigo de Berlusconi.
Esta intervenção política em um momento cultural dos mais simbólicos para a Itália produziria um efeito inesperado, ao qual Berlusconi, em pessoa, foi obrigado a assistir. Segundo relatado por Ricardo Muti, "...
A princípio houve uma grande salva de palmas pelo público.
Logo começamos com a ópera.
Tudo correu muito bem até que chegamos ao famoso canto Va Pensiero.
Imediatamente senti que a atmosfera entre o público ia se tornando mais e mais tensa.
Existem coisas que não se consegue descrever, mas as sentimos.
Era o silêncio profundo que se fazia sentir!
Mas, no momento em que o público percebeu que começavam os primeiros acordes de Va Pensiero, o silêncio se transformou em verdadeiro fervor.
Podia-se sentir a reação visceral dos presentes ante ao lamento dos escravos que cantam Ó pátria minha, tão bela e perdida...
Assim que o coro chegou ao fim, pudemos ouvir vários pedidos de bis.
Começaram os gritos de Viva Italia e Viva Verdi.
As pessoas nas galerias jogavam pequenos papéis escritos com mensagens patrióticas". Apenas uma única vez Muti havia aceitado fazer um bis de Va Pensiero, em uma apresentação no La Scala de Milão em 1986, já a peça exige que seja executada do princípio ao fim, sem interrupções. "Eu não pensava em fazer apenas um bis", disse o maestro, "teria que haver uma intenção especial para fazê-lo", contou.
Então, em um gesto teatral, Muti se voltou ao público - e a Berlusconi - e disse: "Logo que cessaram os gritos de bis, vocês começaram a gritar Longa Vida à Itália.
Sim, estou de acordo com isto: Larga vida à Itália.
Mas... Já não tenho trinta anos e vivi minha vida.
Rodei o mundo e, hoje, tenho vergonha do que acontece em meu país.
Por isso, vou aceitar seus pedidos para apresentarVa Pensiero novamente.
Não só pela alegria patriótica que sinto neste momento mas, sim, porque enquanto dirigia o coro que cantou Ai meu país belo e perdido pensei que, se continuarmos assim, vamos matar a cultura sobre a qual erguemos a história da Itália.
E, nesse caso, nossa pátria também estaria bela e perdida.
Durante anos mantive minha boca fechada mas agora, creio que precisaríamos dar sentido a este canto: estamos na nossa casa, o Teatro de Roma, com o coro que cantou magnificamente bem e com a orquestra que o acompanhou esplendidamente.
Se quiserem, proponho a vocês que se unam a nós para que cantemos todos juntos". Assim, o maestro convidou o público a cantar junto com o coro dos escravos.
Muti continua sua narrativa: "Vi grupos de gente levantar-se.
Toda a Ópera de Roma se levantou.
E o coro também.
Foi um momento mágico!
Essa noite não foi apenas mais uma representação de Nabucco mas, também, uma declaração no Teatro da capital italiana para chamar a atenção dos políticos".
E viva o cafezinho!Está na revista Veja desta semana.
Café é uma bebida que protege, reduzindo riscos de desenvolver diabetes do tipo 2, Alzheimer, Parkinson e tumores malignos.
Estudos mostram que o consumo regular de café pode trazer benefícios à saúde.
A bebida contém antioxidantes que preservam os vasos sanguíneos.
Fizeram um estudo de hábitos alimentares de mais de 400 mil europeus que revelou que aqueles que bebiam pelo menos 100 mililitros de café ou chá diariamente apresentavam um risco 34% menor de desenvolver um tumor maligno no cérebro do que aqueles que não consumiam.
Quanto à história de que a cafeína provocaria osteoporose, o que se sabe é que duas xícaras de café impedem a absorção, em média, de 2 miligramas de cálcio,muito pouco se você tomar um copo de leite desnatado que possui cerca de 300 miligramas do mineral.
Vou continuar tomando o meu cafezinho, sem açúcar.
O açucar ou o adoçante mascaram o seu sabor.
Ganhei um presentinho adorável.
O café Kopi Luwak, da Indonésia, aquele que é tirado do excremento do luwak, uma espécie de gambá que vive nas matas de lá.
Na língua deles, kopi quer dizer café.
Fiquei sabendo também que há dois tipos de café, um especialíssimo que custa um absurdo por apenas 100 gramas.
Os grãos desse café são colhidos na floresta, onde os luwakis vivem soltos e escolhem comer somente os melhores grãos.
O segundo tipo (mais barato mas, não tão barato) é de criação de luwakis (nas fazendas) que comem os grãos que são oferecidos. Dizem que os bichos ficam presos nos pés de café.
Conta a lenda que tudo começou quando um indonésio muito pobre ofereceu uma xícara do seu café ao grande fazendeiro e este observou – como é possível que o seu café seja mais gostoso que o que tomo na minha casa?
O pobre coitado, com vergonha, confessou que aqueles que não tinham condições de comprar café, íam à floresta e catavam os grãozinhos no meio do cocô dos luwakis.
E assim começou a se propagar pelo mundo essa bebida tirada da merda... ha ha ha...
E esse café? Eu adoro café mas não sou estudiosa ou especialista.
Então não vou enganar ninguém pra dizer que tem sabor achocolatado ou aveludado ou que é o melhor café que já provei na minha vida... blá blá blá
A música "Stand By Me" inspirou que muitas pessoas a cantassem em diversas partes do mundo sugerindo que somos parte de um todo e estamos todos conectados.
Se estamos todos conectados, somos como irmãos, então não devo fazer mal a você e nem você a mim.
Há uma frase okinawana "Itchariba, tchoodê", que diz: se já nos encontramos e conversamos, somos irmãos; que também tem o mesmo significado.
A comunidade okinawana irá tocar tambores (taiko - たいこ) em diversas partes do mundo onde há okinawanos no próximo dia 07/08/2011 (domingo) às 6h da manhã no Brasil ou 6h da tarde no Japão.
A mesma música e coreografia ao mesmo tempo porque estamos realmente todos conectados.
ojino katami no sanshin Toko no made tanjo iwai no
shima zake ni motarete Hokori wo yubide nadete
yurunda ito makeba Taikutsude tamara nakatta
shimauta ga hibiita Azayaka ni yomigaeru
anata to sugoshita hibi wa Yawara kana itoshi sade
kono mune wo tsuki ya buri Saitanowa sanshin no hana
Terebi no nana me mukai no Anataga ita basho ni Suwareba aroni no madokara Yoru tsukiga noboru Kazoku wo nagame nagara Nobu sake wa donna aji Nemuri ni tsuku mae no Uta wa daremo uta Yorokobi mo kanashimi mo Itsu no hika uta erunara Kono shima no tsuti no naka Aki ni naki fuyu ni tae
haru ni saku sanshin no hana
Kono sora no ano umi mo Nani mo katani mashi nai Kono shima ni atatakana Kaze mo nari ame no yobi Saita no wa sanshin no hana Aki ni naki fuyu ni tae
Há uma cena memorável num capítulo da série Dr House.
Passou pela enésima vez na TV, hoje.
Wilson dá de presente a House, um órgão (instrumento musical) e ele começa por teclar A Whiter Shade of Pale da banda inglesa Procol Harum.
Esta canção, em especial, traz pra mim, recordações de bailes da adolescência ao som de radiolas, os primeiros olhares ainda que tímidos e furtivos e os risos e brincadeiras de amigos que nunca mais vi.
Enfim, um tempo que não volta mais mesmo e talvez por isso, seja tão melancólica.
Simbolizou lembranças perdidas.
Neste capítulo, House começa a tocar a introdução dessa inconfundível música e em seguida, ao som original, surgem cenas do episódio...
Repare o rosto de House no vídeo que está disponível, só lá no youtube. Não há um lampejo de ironia ou maldade. Há somente um ser humano feliz por ganhar um presente verdadeiro!
No atalho abaixo, veja o trecho de House (com legenda de Portugal):